sábado, 28 de agosto de 2010
Nossa Universitária em sua oficina de grafite.
Mural de Oportunidades de Emprego
domingo, 15 de agosto de 2010
PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA
Participe do PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA
Todos os sábados e domingos das 9:00h às 17:00h
Vários cursos a disposição da comunidade.
Todos os sábados e domingos das 9:00h às 17:00h
Vários cursos a disposição da comunidade.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Cursos e Oficinas voltados para a comunidade
A Escola Educador Paulo Freire e o Programa Escola da Família apresentam algumas opções de cursos que são ofertados para a comunidade:
*Alfabetização de adultos;
*Reforço escolar de Matemática e Língua Portuguesa;
*Curso Pré-vestibular;
*Curso de Grafite;
*Aulas de Capoeira das 12:00h às 14:00h;
*Aulas de violão
*Projeto Cine Clube aos sábados e domingos das 15:00h às 16:00h;
*Orientação Jurídica;
*Curso Básico de Departamento Pessoal.
Inscrições abertas para todos os cursos no Programa Escola da Família.
Local: E.E. Educador Paulo Freire (PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA)
Endereço: Av. Passaredo s/n, antigo Av. Bandeirantes s/n - Jd. Aliança - Osasco -SP.
Obs: Os cursos sempre acontecem aos sábados e domingos.
*Alfabetização de adultos;
*Reforço escolar de Matemática e Língua Portuguesa;
*Curso Pré-vestibular;
*Curso de Grafite;
*Aulas de Capoeira das 12:00h às 14:00h;
*Aulas de violão
*Projeto Cine Clube aos sábados e domingos das 15:00h às 16:00h;
*Orientação Jurídica;
*Curso Básico de Departamento Pessoal.
Inscrições abertas para todos os cursos no Programa Escola da Família.
Local: E.E. Educador Paulo Freire (PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA)
Endereço: Av. Passaredo s/n, antigo Av. Bandeirantes s/n - Jd. Aliança - Osasco -SP.
Obs: Os cursos sempre acontecem aos sábados e domingos.
Multirão da Limpeza
sábado, 24 de julho de 2010
Cacos de madeira viram brinquedos
Casal começou confeccionando para os filhos, hoje mantém empresa que usa sobras e matéria prima certificada e estimula relação da criança com a natureza
Por Rogério Ferro, do Instituto Akatu
No final dos anos 1990, quando Pedro tinha dois anos, seus pais, o engenheiro eletrônico Maurício Gilson, hoje com 48 anos, e a professora de história Mari Orba, hoje com 43, resolveram juntar alguns cacos de madeira que tinham em casa e confeccionaram um boneco para ele. Logo depois, nasceu Gabriela, que também ganhou bonecas do mesmo material feitas pelos pais.
Hoje, o casal é dono da Magoo Brinquedos, uma empresa familiar brasileira que confecciona brinquedos interativos feitos de madeira e que já conquistou o mercado internacional, exportando para países como França, Portugal e Inglaterra. No Brasil, os produtos têm a certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).
“Nossos filhos tiveram uma identificação tão grande com os brinquedos que começamos a oferecer para amigos e familiares”, conta a mãe. “Faziam tanto sucesso que vimos oportunidade de mercado”, completa Maurício, que largou sua carreira no ramo de engenharia para se dedicar integralmente à sua empresa.
A empresa aposta em uma “filosofia ecológica e acima de tudo educacional”. “Nossa matéria prima básica são restos de madeira de grandes serrarias e moveleiros certificados. Quando compramos madeira virgem, buscamos as que têm certificação ambiental e sempre as mais variadas possíveis para não estimular a exploração de monoculturas e garantir a preservação da biodiversidade”, explica Maurício.
Para Mari, o volume de produção, que hoje chega a mais de mil peças mensais não vai mudar a proposta de sustentabilidade da empresa. “É possível sim manter nossa filosofia original. Nossa maior preocupação é com a segurança e o desenvolvimento seguro das crianças que usam nossos produtos e com a preservação ambiental”, defende. “Por isso que nossos principais consultores são nossos filhos”, brinca.
Interatividade, durabilidade e pedagogias que estimulam conceitos como comunidade, cooperação e solidariedade são algumas das propostas adotadas pela empresa.
Para a psicopedagoga Priscila Kovica, o ideal é que os pais tenham sempre em mente que os brinquedos devem servir apenas como acessórios que complementam a relação entre eles e seus filhos e nunca para compensar a ausência da figura paterna ou materna. “Mas se a decisão final for de comprar brinquedos, vale optar por aqueles que levam a criança à reflexão e que possibilitam a participação dos pais na brincadeira”, pondera.
Kovica valoriza a durabilidade dos brinquedos feitos de matéria prima resistente. “A possibilidade de os brinquedos passarem de geração para geração dentro de uma mesma família é muito grande e a vantagem disso é que quando se tornam pais, os usuários têm mais afinidade com os brinquedos e com as brincadeiras e, além disso, sabem exatamente que valores estão passando para seus filhos.”
“Sob o ponto de vista do material usado, a textura e a temperatura da madeira, permitem um contato real com a natureza, o que é muito benéfico para as crianças. Por outro lado, quanto mais possibilidades de interação o brinquedo tiver, a criança tende a se familiarizar com conceitos como ‘montar’, ‘construir’, que são muito úteis para a convivência em comunidade”, explica a pedagoga Kátia Santos. “Em geral, os brinquedos das grandes indústrias são de plástico e mais acabados”, completa.
Por Rogério Ferro, do Instituto Akatu
No final dos anos 1990, quando Pedro tinha dois anos, seus pais, o engenheiro eletrônico Maurício Gilson, hoje com 48 anos, e a professora de história Mari Orba, hoje com 43, resolveram juntar alguns cacos de madeira que tinham em casa e confeccionaram um boneco para ele. Logo depois, nasceu Gabriela, que também ganhou bonecas do mesmo material feitas pelos pais.
Hoje, o casal é dono da Magoo Brinquedos, uma empresa familiar brasileira que confecciona brinquedos interativos feitos de madeira e que já conquistou o mercado internacional, exportando para países como França, Portugal e Inglaterra. No Brasil, os produtos têm a certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).
“Nossos filhos tiveram uma identificação tão grande com os brinquedos que começamos a oferecer para amigos e familiares”, conta a mãe. “Faziam tanto sucesso que vimos oportunidade de mercado”, completa Maurício, que largou sua carreira no ramo de engenharia para se dedicar integralmente à sua empresa.
A empresa aposta em uma “filosofia ecológica e acima de tudo educacional”. “Nossa matéria prima básica são restos de madeira de grandes serrarias e moveleiros certificados. Quando compramos madeira virgem, buscamos as que têm certificação ambiental e sempre as mais variadas possíveis para não estimular a exploração de monoculturas e garantir a preservação da biodiversidade”, explica Maurício.
Para Mari, o volume de produção, que hoje chega a mais de mil peças mensais não vai mudar a proposta de sustentabilidade da empresa. “É possível sim manter nossa filosofia original. Nossa maior preocupação é com a segurança e o desenvolvimento seguro das crianças que usam nossos produtos e com a preservação ambiental”, defende. “Por isso que nossos principais consultores são nossos filhos”, brinca.
Interatividade, durabilidade e pedagogias que estimulam conceitos como comunidade, cooperação e solidariedade são algumas das propostas adotadas pela empresa.
Para a psicopedagoga Priscila Kovica, o ideal é que os pais tenham sempre em mente que os brinquedos devem servir apenas como acessórios que complementam a relação entre eles e seus filhos e nunca para compensar a ausência da figura paterna ou materna. “Mas se a decisão final for de comprar brinquedos, vale optar por aqueles que levam a criança à reflexão e que possibilitam a participação dos pais na brincadeira”, pondera.
Kovica valoriza a durabilidade dos brinquedos feitos de matéria prima resistente. “A possibilidade de os brinquedos passarem de geração para geração dentro de uma mesma família é muito grande e a vantagem disso é que quando se tornam pais, os usuários têm mais afinidade com os brinquedos e com as brincadeiras e, além disso, sabem exatamente que valores estão passando para seus filhos.”
“Sob o ponto de vista do material usado, a textura e a temperatura da madeira, permitem um contato real com a natureza, o que é muito benéfico para as crianças. Por outro lado, quanto mais possibilidades de interação o brinquedo tiver, a criança tende a se familiarizar com conceitos como ‘montar’, ‘construir’, que são muito úteis para a convivência em comunidade”, explica a pedagoga Kátia Santos. “Em geral, os brinquedos das grandes indústrias são de plástico e mais acabados”, completa.
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